Dentro do silêncio que habita em minha alma, dentro da confusão de minha mente. Inúmeros erros para serem corrigidos, inúmeros feitos não agradecidos, inúmeras tentativas em vão... E tantas coisas para viver.

Estive em vários lugares, desloquei-me à varias dimensões. Viajei no tempo, no espaço. Saí de meu corpo e voei! Difícil traduzir com palavras o que senti... Caminhando sozinha, em direção da luz que cega meus olhos. Dessa luz, forte e clara. Que parece ser cada vez mais distante...
Passei tanto tempo da minha vida, trancafiada na escuridão que qualquer feixe de luz faz meus olhos cegarem. Não falo da escuridão por ausência da luz, falo da escuridão da alma. Falo dessa tristeza que invade meu ser por noite e dia. Por quantas vezes a lua foi minha única e fiel companheira? Por quantas noites, as estrelas foram minhas únicas amigas? Ninguém saberia ao certo decifrar o porquê me sinto assim. Quando o surto bate em minha porta, e o desespero toma conta de mim, é o momento que tudo se resume ao nada..  Se me vissem em tal estado, ninguém entenderia minha seriedade, a falta de um sorriso em meu rosto, o olhar sem brilho, o semblante estranho e o silêncio que habita em meu ser. Não sou eu nesses momentos... 


"Tudo é dor! E toda dor vem do desejo de não sentirmos dor..." 

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