Às vezes venho por meio da escrita
Liberar o tudo que sinto,
Mas sinto tanta coisa
Que me perco entre as linhas.

Na companhia de um café e dos cigarros
Para esquentar-me nessa noite fria,
Na companhia da escrita,
Para tentar sentir-se viva.

És ainda toda a força que me mantém viva,
O meu riso inocente,
A melhor e a pior parte em mim existente.

Quando por fim da vida despedir-me,
Guarda-te contigo uma doce lembrança.
Na morte, estarei eu ainda te amando,
E a velar noite e dia teu sublime sono.



De todos os amores por mim um dia já prometidos,
O teu, meu bem... 
Será o único a ser cumprido, até o fim!